Precisão conceitual no Branding, sim, é importante.

Ao longo dos anos, noto uma tendência a definir o branding de várias maneiras, muitas vezes sem considerar sua essência fundamental: a gestão de marcas. Conforme Kotler & Keller (2006) destacam, o branding não se limita apenas à identidade visual ou campanhas de marketing, mas sim à gestão estratégica de como uma marca é percebida e experimentada por seus diversos públicos de interesse.

Enquanto algumas definições ampliam o escopo do branding para incluir diversas estratégias de marketing, comunicação e até mesmo experiência do cliente, é crucial lembrar que, no seu cerne, branding é a gestão estratégica de uma marca (Aaker, 1996). Ao desviar-se dessa definição central, arriscamos diluir a importância da gestão de marcas e fragmentar a compreensão do que verdadeiramente constitui, o tal do branding.

Como apontado por Kapferer (2008), manter a coerência na gestão estratégica das marcas é fundamental para sua longevidade e relevância no mercado. Sendo assim, proponho que ao discutirmos branding, mantenhamos a ênfase na sua essência como a gestão estratégica das marcas. Somente assim poderemos compreender e disseminar plenamente seu impacto e importância na construção de marcas fortes, relevantes e perenes.

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